À Margem das Sombras - Brent Weeks
Série Anjo da Noite - Livro 02
Sinopse - Editora Arqueiro - 2017 - 416 páginas

No livro 2 da trilogia Anjo da Noite, “À margem das Sombras”, Brent Weeks abre a narrativa exatamente onde parou: a cidade de Cenária foi invadida e massacrada pelo Deus-rei de Khalidor, o impiedoso Garoth Ursuul, Durzo está morto, o legítimo rei Logan Gyre aprisionado nas profundas masmorras da Bocarra lutando para não ser devorado por canibais e se isso não bastasse, Weeks nos dá um susto: frente a tudo que passou para tornar-se um derramador [assassino], Kylar Stern decide brincar de casinha?
Entretanto, apesar do sábio conselho de Dorian, Kylar vai nos arrastar por 150 páginas tentando ser exatamente o que não é, sob pressão de uma Elene absolutamente “mala”, isso mesmo a Elene do livro anterior caiu junto com Cenária e tornou-se uma especialista em D.Rs chatíssimas, e a leitura se arrasta... o que salva é a resistência que está rolando no Sa’kagé: Mama K e Jarl movem-se rápido para derrubar os invasores. Na Bocarra, Logan resiste, adapta-se e sobrevive no inferno, o que prova sua autêntica realeza hummmm! Aliás, a evolução de Logan na trama é surpreendente.
Se nos arrastamos até a página 150, a partir dela tudo acontece, ou seja, a trama pega fogo, Weeks volta à plena forma com cenas num ritmo de tirar o fôlego, saímos de Caernarvon [Ufa!] e parece que a ficha de Kylar finalmente cai:
Se no livro 1, Viridiana e Kylar passaram por um processo de aperfeiçoamento na arte de matar, neste passam por uma jornada de autoconhecimento com inúmeros monólogos mentais, ambos buscam a identidade perdida por pura negação, afinal:
Merece destaque na obra de Weeks a ênfase que o mesmo dá as personagens femininas, deixando claro que os homens só desenvolvem-se plenamente se assessorados por mulheres poderosas, que lhes estimulem a autoestima e ação, como é o caso de Lilly, Mama K, Ariel e Viridiana quando equiparada a Elene na vida de Kylar, só para citar algumas.
Conspirações, traições, dissimulações, formidáveis confrontos de magia: Dorian e Solon enfrentarão a fúria de Khali nos Ventos Uivantes, Feir segue uma pista quentíssima e está prestes a retomar “Curoth” [a espada lendária], Meisters podem ser encontrados nas encruzilhadas com suas bolas de fogo, Ariel Sa’faste sai em missão do Chantry [Yes!] e na Curva de Torras vai “trombar” com a bela e mortal Viridiana, e em Havermere com Kylar, a quem concede magia em troca de um favor [gerando uma reviravolta].
Resumindo, a trama fica muito, muito, muito sensacional, são inúmeros acontecimentos, personagens que surgem e entrelaçam-se, aventura, ação, cenas absurdas de tensão. Kylar voltou com tudo e mostra que é realmente o Anjo da Noite, e Viridiana [além de descobrir suas horripilantes origens] será desafiada por uma paixão avassaladora, OMG!
Por outro lado, Garoth Ursuul conspira contra seus próprios filhos e mesmo assim não consegue ser o Vilão-Mor se comparado à Terah Graesin no quesito “ambição pelo poder” [Pesado]. Na verdade Garoth é um tarado escroto que faz abominações absurdas com suas prisioneiras e concubinas, seu culto à Deusa Khali faz dele um “servidor da dor, medo e luxúria pervertida”, um tipo repugnante.
Sob o domínio Khalidor monstros serão forjados [Feralis], lealdades destruídas, amores dilacerados e será o farrapo do que sobrou de Cenária que se levantará para lutar, em uma batalha sangrenta e desigual, por outro lado Kylar enfrentará sua própria batalha com o Ka’kari ao confrontar Garoth [com umas tiradas bem mexicanas, diga-se de passagem], concluindo-se o plano geral entre mortos, feridos e “conscientizados” [hahaha!] na chamada ao livro 3:
“- Um lobo pode se tornar um cão de caça, filho, mas nunca será um cãozinho de colo.”
Entretanto, apesar do sábio conselho de Dorian, Kylar vai nos arrastar por 150 páginas tentando ser exatamente o que não é, sob pressão de uma Elene absolutamente “mala”, isso mesmo a Elene do livro anterior caiu junto com Cenária e tornou-se uma especialista em D.Rs chatíssimas, e a leitura se arrasta... o que salva é a resistência que está rolando no Sa’kagé: Mama K e Jarl movem-se rápido para derrubar os invasores. Na Bocarra, Logan resiste, adapta-se e sobrevive no inferno, o que prova sua autêntica realeza hummmm! Aliás, a evolução de Logan na trama é surpreendente.
“- Carne fresca, crianças – disse Gorkhy. - Carne fresca e doce.”
Se nos arrastamos até a página 150, a partir dela tudo acontece, ou seja, a trama pega fogo, Weeks volta à plena forma com cenas num ritmo de tirar o fôlego, saímos de Caernarvon [Ufa!] e parece que a ficha de Kylar finalmente cai:
“Era assim para você mestre? Foi aí que começou o oceano de amargura? O preço da minha imortalidade é abrir mão da minha humanidade?”
Se no livro 1, Viridiana e Kylar passaram por um processo de aperfeiçoamento na arte de matar, neste passam por uma jornada de autoconhecimento com inúmeros monólogos mentais, ambos buscam a identidade perdida por pura negação, afinal:
“O assassino perfeito não tem identidade.”
Merece destaque na obra de Weeks a ênfase que o mesmo dá as personagens femininas, deixando claro que os homens só desenvolvem-se plenamente se assessorados por mulheres poderosas, que lhes estimulem a autoestima e ação, como é o caso de Lilly, Mama K, Ariel e Viridiana quando equiparada a Elene na vida de Kylar, só para citar algumas.
Conspirações, traições, dissimulações, formidáveis confrontos de magia: Dorian e Solon enfrentarão a fúria de Khali nos Ventos Uivantes, Feir segue uma pista quentíssima e está prestes a retomar “Curoth” [a espada lendária], Meisters podem ser encontrados nas encruzilhadas com suas bolas de fogo, Ariel Sa’faste sai em missão do Chantry [Yes!] e na Curva de Torras vai “trombar” com a bela e mortal Viridiana, e em Havermere com Kylar, a quem concede magia em troca de um favor [gerando uma reviravolta].
Resumindo, a trama fica muito, muito, muito sensacional, são inúmeros acontecimentos, personagens que surgem e entrelaçam-se, aventura, ação, cenas absurdas de tensão. Kylar voltou com tudo e mostra que é realmente o Anjo da Noite, e Viridiana [além de descobrir suas horripilantes origens] será desafiada por uma paixão avassaladora, OMG!
Por outro lado, Garoth Ursuul conspira contra seus próprios filhos e mesmo assim não consegue ser o Vilão-Mor se comparado à Terah Graesin no quesito “ambição pelo poder” [Pesado]. Na verdade Garoth é um tarado escroto que faz abominações absurdas com suas prisioneiras e concubinas, seu culto à Deusa Khali faz dele um “servidor da dor, medo e luxúria pervertida”, um tipo repugnante.
Sob o domínio Khalidor monstros serão forjados [Feralis], lealdades destruídas, amores dilacerados e será o farrapo do que sobrou de Cenária que se levantará para lutar, em uma batalha sangrenta e desigual, por outro lado Kylar enfrentará sua própria batalha com o Ka’kari ao confrontar Garoth [com umas tiradas bem mexicanas, diga-se de passagem], concluindo-se o plano geral entre mortos, feridos e “conscientizados” [hahaha!] na chamada ao livro 3:
“Não faça nenhum trato com o lobo.”
Excelente.
Série Anjo da Noite
3. Além das Sombras (em breve)
Essa leitura foi uma cortesia da Editora Arqueiro.
Aguardamos seus comentários! By.:.





