Uma Canção de Ninar - Sarah Dessen
Sinopse - Editora Seguinte - 2016 - 352 páginas

“Uma Canção de Ninar” acompanha a história de Remy, uma jovem que não acredita no amor, durante suas férias de verão, antes de partir para a faculdade. Dentre os acontecimentos dessas férias, estão o casamento de sua mãe, os últimos “rolês” com as amigas, os últimos dias no trabalho como atendente de um salão de beleza e o inesperado encontro com Dexter, um garoto que não combina em nada com ela.
Remy não gosta de se prender a relacionamentos, pois não acredita que duas pessoas possam ficar o resto de suas vidas juntas. Em seus namoros, ela segue três regras básicas: não deixar ficar sério, não ser prejudicada e não namorar um músico, essa última regra é por causa de seu pai, que a abandonou ainda pequena, deixando como legado apenas uma música de sua autoria: “Uma Canção de Ninar”.
Remy gosta de mandar na relação, segue suas próprias regras e quando nota sinais de que um namoro está indo longe demais, sabe qual é a hora de terminar, mas com Dexter (um garoto que a conheceu por meio de um esbarrão e que está dando em cima dela) as coisas são diferentes, ele faz tudo o que Remy abomina, mas mesmo incomodada, ela não age da mesma forma como faria com outra pessoa. Remy não acha que se apaixonou por Dexter, que por sua vez, gosta muito dela e quer um namoro sério, mas as coisas mudam conforme os dias passam e o início das aulas se aproxima.
Esse livro tem um estilo um pouco diferente do que eu costumo ler, todos os romances que leio sempre tem uma pegada forte de drama, mas esse é tranquilo nesse sentido, mesmo que a Remy tenha seus traumas e apreensões, a história é mais focada nas suas relações atuais e ela não é o tipo de pessoa que vive reclamando.
Pelo fato de ter sido abandonada pelo pai e de “Uma Canção de Ninar” (a música composta por ele) possuir uma letra onde ele diz que vai decepcioná-la, as relações de Remy com família, amigos e colegas não é lá essas coisas, ela sempre age na defensiva, como se todo mundo fosse machucá-la de alguma forma, o que a torna um tanto distante. Mas no final, Remy começa a ter uma visão diferente das pessoas e sua relação com algumas delas muda bastante.
Essa história é narrada por Remy na primeira pessoa, demorei um pouco para entender o ponto de vista dela e suas opiniões, senti um pouco de incredulidade com algumas coisas que ela fez ou disse, mas no fim acabei gostando da personagem. Adoro histórias cujos acontecimentos se passam dentro de uma cidade específica e as personagens visitam diversos estabelecimentos enquanto a trama se desenvolve, esse livro é assim e a narrativa simples, porém fluída, combinou muito bem com o enredo.
Meu personagem preferido foi o Dexter, por ele ser diferente dos outros meninos e provar a Remy que o amor não é uma ciência exata e que ninguém é capaz de deduzir tudo o que pode acontecer dentro de um relacionamento. Além disso, ri muito com a “música da batata”, uma composição da banda de Dexter, a Truth Squad. Também gostei do irmão da Remy que adora cuidar de lagartos (peculiar) e da sua mãe, uma escritora de romances que, mesmo com o recente casamento, está muito concentrada em seu novo livro.
As últimas 50 páginas foram um pouco arrastadas, confesso, por causa de um acontecimento que me desanimou um pouco, mas felizmente revelações encerraram a história com chave de ouro. Até que me surpreendi com a leitura, gostei bastante de sair da zona de conforto dos dramas, fantasia, distopia e livros de guerra, ler romances de vez em quando é bom e ainda tenho alguns na lista de espera.
Remy não gosta de se prender a relacionamentos, pois não acredita que duas pessoas possam ficar o resto de suas vidas juntas. Em seus namoros, ela segue três regras básicas: não deixar ficar sério, não ser prejudicada e não namorar um músico, essa última regra é por causa de seu pai, que a abandonou ainda pequena, deixando como legado apenas uma música de sua autoria: “Uma Canção de Ninar”.
Remy gosta de mandar na relação, segue suas próprias regras e quando nota sinais de que um namoro está indo longe demais, sabe qual é a hora de terminar, mas com Dexter (um garoto que a conheceu por meio de um esbarrão e que está dando em cima dela) as coisas são diferentes, ele faz tudo o que Remy abomina, mas mesmo incomodada, ela não age da mesma forma como faria com outra pessoa. Remy não acha que se apaixonou por Dexter, que por sua vez, gosta muito dela e quer um namoro sério, mas as coisas mudam conforme os dias passam e o início das aulas se aproxima.
Esse livro tem um estilo um pouco diferente do que eu costumo ler, todos os romances que leio sempre tem uma pegada forte de drama, mas esse é tranquilo nesse sentido, mesmo que a Remy tenha seus traumas e apreensões, a história é mais focada nas suas relações atuais e ela não é o tipo de pessoa que vive reclamando.
Pelo fato de ter sido abandonada pelo pai e de “Uma Canção de Ninar” (a música composta por ele) possuir uma letra onde ele diz que vai decepcioná-la, as relações de Remy com família, amigos e colegas não é lá essas coisas, ela sempre age na defensiva, como se todo mundo fosse machucá-la de alguma forma, o que a torna um tanto distante. Mas no final, Remy começa a ter uma visão diferente das pessoas e sua relação com algumas delas muda bastante.
Essa história é narrada por Remy na primeira pessoa, demorei um pouco para entender o ponto de vista dela e suas opiniões, senti um pouco de incredulidade com algumas coisas que ela fez ou disse, mas no fim acabei gostando da personagem. Adoro histórias cujos acontecimentos se passam dentro de uma cidade específica e as personagens visitam diversos estabelecimentos enquanto a trama se desenvolve, esse livro é assim e a narrativa simples, porém fluída, combinou muito bem com o enredo.
Meu personagem preferido foi o Dexter, por ele ser diferente dos outros meninos e provar a Remy que o amor não é uma ciência exata e que ninguém é capaz de deduzir tudo o que pode acontecer dentro de um relacionamento. Além disso, ri muito com a “música da batata”, uma composição da banda de Dexter, a Truth Squad. Também gostei do irmão da Remy que adora cuidar de lagartos (peculiar) e da sua mãe, uma escritora de romances que, mesmo com o recente casamento, está muito concentrada em seu novo livro.
As últimas 50 páginas foram um pouco arrastadas, confesso, por causa de um acontecimento que me desanimou um pouco, mas felizmente revelações encerraram a história com chave de ouro. Até que me surpreendi com a leitura, gostei bastante de sair da zona de conforto dos dramas, fantasia, distopia e livros de guerra, ler romances de vez em quando é bom e ainda tenho alguns na lista de espera.
Sorteio
A Editora Seguinte disponibilizou um exemplar do livro para sorteio \o/
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Essa leitura foi uma cortesia da Editora Seguinte.
Aguardamos seus comentários! Beijos...

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